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Educadores de Praia Norte mantêm Estado de Greve e podem adiar início das aulas de 2026

Categoria alerta: sem solução para pendências trabalhistas apontadas pelo MP, calendário escolar do próximo ano pode começar atrasado

03/12/2025 às 13h34 Atualizada em 03/12/2025 às 15h50
Por: Redação
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Foto divulgação
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Os profissionais da educação da rede municipal de Praia Norte decidiram manter o Estado de Greve até o início do ano letivo de 2026. A categoria condiciona o retorno às atividades à adoção de medidas que atendam à recomendação do Ministério Público, que cobra a regularização de pendências relacionadas a direitos trabalhistas. Caso não haja avanços até o início das aulas, os servidores afirmam que não iniciarão o ano escolar.

A decisão foi tomada em assembleia realizada na tarde desta terça-feira (2), com a participação de dezenas de trabalhadores. No encontro, os servidores relataram dificuldades enfrentadas no cotidiano da rede e criticaram o que consideram falta de diálogo e descumprimento de acordos firmados anteriormente. Segundo os relatos, a acumulação de demandas tem gerado desgaste e preocupação, especialmente às vésperas do período de planejamento do próximo ano letivo.

Representantes sindicais destacaram que a categoria já apresentou propostas e buscou alternativas para negociação, mas não recebeu respostas concretas da gestão. Para os trabalhadores, a recomendação recente do Ministério Público reforça a urgência em regularizar os pontos pendentes e garantir segurança jurídica para o início do ano escolar de 2026.

Na votação final, 54 servidores apoiaram a manutenção do Estado de Greve, e houve apenas uma abstenção. A categoria seguirá mobilizada e aguarda um posicionamento da prefeitura. Sem avanços, educadores não descartam paralisação total, o que pode comprometer o calendário escolar do próximo ano em Praia Norte.

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