
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem na disputa pela reeleição, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (31) pelo instituto Alfa Inteligência. O levantamento aponta Lula na liderança da corrida presidencial de 2026, com 43% das intenções de voto no primeiro turno.
Na sequência aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 29%. Em terceiro lugar está Ronaldo Caiado (PSD), com 7%, seguido por Romeu Zema (Novo), com 6%. Renan Santos (Missão) registra 3%, enquanto Augusto Cury (Avante) aparece com 1%. Os demais candidatos somam 1% das intenções de voto.
Nos cenários simulados de segundo turno, Lula também mantém vantagem sobre todos os adversários testados. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente venceria por 48% a 41%. Em uma disputa contra Ronaldo Caiado, o placar seria de 45% a 40%. Já diante de Romeu Zema, Lula aparece com 46%, contra 37% do ex-governador mineiro. Em um eventual confronto com Renan Santos, o petista venceria por 46% a 32%.
Na comparação com a pesquisa anterior, realizada em junho, Lula cresceu três pontos percentuais, passando de 40% para 43%. Flávio Bolsonaro oscilou negativamente, caindo de 31% para 29%. Os candidatos que buscam ocupar o espaço da chamada terceira via permaneceram praticamente estáveis no período.
A pesquisa também mostra melhora na avaliação do governo federal. A aprovação da gestão Lula subiu de 42% para 47%, enquanto a desaprovação caiu de 56% para 51%. Outros 2% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.
Quando questionados sobre uma possível reeleição do presidente, 53% dos entrevistados afirmaram que Lula não merece um novo mandato, enquanto 44% consideram que ele deve continuar no cargo.
O levantamento foi realizado pelo instituto Alfa Inteligência, por encomenda da TMC (Transamérica Media Company), entre os dias 23 e 28 de julho de 2026. Foram entrevistados 2.700 eleitores em todas as regiões do país. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04488/2026, possui margem de erro de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.


