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Futuro de Wanderlei Barbosa depende do STF e da Assembleia Legislativa

Deputados estaduais aguardam decisão do Supremo sobre recurso do governador afastado. Arquivamento do pedido de impeachment pode abrir caminho para renúncia e retorno de Wanderlei às urnas em 2026.

15/09/2025 às 12h41
Por: Redação
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Foto divulgação
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Nos bastidores da Assembleia Legislativa, cresce a expectativa sobre o desfecho do pedido de impeachment do governador afastado Wanderlei Barbosa (Republicanos). A principal aposta é que a Casa vai aguardar o julgamento do recurso apresentado por ele ao Supremo Tribunal Federal (STF) antes de tomar qualquer decisão.

Neste momento, Wanderlei está nas mãos do STF — e também dos deputados estaduais. O futuro político do governador afastado depende diretamente dessas duas instâncias de poder.

Movimentações nos bastidores

Segundo fontes ligadas ao Legislativo, se o Supremo negar o recurso, a Assembleia deve iniciar os trâmites políticos. Até lá, o cenário é de espera e articulações nos bastidores.

Um dos primeiros passos previstos é o arquivamento do pedido de impeachment protocolado pelo vereador de Palmas Carlos Amastha (PSB), no dia 3 de setembro, data em que o afastamento de Wanderlei foi oficializado.

Renúncia em pauta

Esse arquivamento tem papel estratégico. Com o pedido ainda ativo, Wanderlei segue inelegível — mesmo que decida renunciar. Ou seja, para tentar disputar as eleições de 2026, ele precisa que o processo seja encerrado oficialmente.

A expectativa é que, caso o presidente da Assembleia, Amélio Cayres (Republicanos), decida arquivar o pedido, Wanderlei renuncie logo em seguida. Com isso, abriria caminho para disputar uma vaga no Senado, e sua esposa, a ex-primeira-dama Karynne Sotero, também poderia concorrer a deputada federal.

Na semana passada, Amastha cobrou publicamente uma resposta de Amélio sobre o andamento do processo. Até agora, a presidência da Casa segue em silêncio — reforçando o clima de indefinição.

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